sábado, 19 de novembro de 2011
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Criação Publicitária
Criação publicitária é o processo de confecção de peças e campanhas publicitárias, com intuito comercial, institucional, política, educacional, governamental, artística, etc, para a a promoção ou venda de um produto, uma marca, uma empresa, um objeto, ou um serviço. Entre os objetivos, destacamos a intenção de despertar o desejo de compra do consumidor, o fortalecimento de uma marca em relação aos seus concorrentes, a criação de uma imagem pública favorável.
A criação publicitária trabalha basicamente com dois tipos de informações. Um é de ordem subjetiva, ou seja, o conjunto de vivências e experiências pessoais de cada profissional, as quais irão determinar a eficiência na resolução de um problema de comunicação e a associação de idéias no processo de criação. O outro é o briefing, que seria o banco de dados, sobre o qual o profissional de criação irá trabalhar.
O setor de criação publicitária, dentro de uma agência de publicidade e propaganda, é a área onde são elaboradas as campanhas publicitárias, envolvendo vários meios de comunicação: o comercial de televisão; os anúncios de mídia impressa (revistas e jornais basicamente); as mídias externas (outdoors, busdoors, frontlights, backlights, entre outros); as peças de marketing direto (folders, malas-diretas, folhetos...); materiais promocionais (camisetas, bonés, brindes diversos); banners; cartazes; entre diversos outros recursos de comunicação.
A metodologia atualmente aplicada nesse setor compreende as duplas de criação, onde um diretor de arte e um redator trabalham juntos na criação de soluções de campanha das diversas peças. Ainda temos o diretor de criação, responsável pela coordenação de todas as campanhas e profissionais do setor; o revisor, responsável pela avaliação e liberação de todo material lingüístico; o arte-finalista, responsável pelo estúdio de arte final, onde as peças gráficas são finalizadas antes do envio para a gráfica ou as produtoras de vídeo, que produzirão o material final. Temos ainda o produtor gráfico, que fará o intermédio entre criação, atendimento, mídia e fornecedores (gráficas, produtoras diversas).
Cada peça gráfica possui características próprias. Assim as técnicas de criação são as mais diversas. Porém o que mais conta será a capacidade de elaborar determinada peça a fim de gerar empatia e ação de compra no consumidor. A criação publicitária tem sempre o objetivo de comunicar um conceito, associado a um produto, com a finalidade de vender esse produto a um público específico.
FONTE: WIKIPÉDIA
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Nova ação de merchandising da Houston na novela "Passione". |
No último dia 25 de maio, a Houston realizou sua primeira ação de merchandising na novela "Passione". Nela, Danilo e Sinval (Cauã Reymond e Kaiky Brito), participam de uma etapa da Copa de Ciclismo patrocinada pela Metalúrgica Gouveia (fábrica fictícia na novela) e a Houston. No final, Danilo vence a prova, e ainda fica
O que é Merchandising?
Merchandising é uma ferramenta de Marketing, formada pelo conjunto de técnicas responsáveis pela informação e apresentação destacada dos produtos no ponto-de-venda, de maneira tal que acelere sua rotatividade.terça-feira, 6 de julho de 2010
Saiba como obter o Registro Profissional de Publicitário
Hoje irei abordar um tema polêmico: a regulamentação da profissão de publicitário, que defendo desde a graduação, após as aulas de Legislação e Ética em Publicidade e Propaganda. Antes de discutirmos, vale
lembrar a todos que a nossa profissão é sim regulamentada, pela lei nº 4.680, de 18 de junho de 1965. Ressalto, 1965!A questão se refere à exigência do diploma de publicitário e à criação de conselhos em nível federal e regional de publicidade, assim como os já existentes em diversas áreas da ciência, para profissionais de relações públicas, medicina, direito, administração, farmácia, engenharia, entre outros.
A publicidade é uma ciência que absorve uma gama de conhecimento para seu planejamento, produção e execução. Existe uma teoria muita profunda por trás de grandes campanhas, que se adquire indispensavelmente na graduação.
Costumo dizer que, hoje em dia, de acordo com a atual legislação, qualquer um pode “ser e estar como publicitário”. Com os avanços tecnológicos, basta dominar um software de criação, para ocupar uma cadeira de diretor de arte e criação. O domínio dessas ferramentas é necessário para o desenvolvimento de uma campanha, mas não é suficiente para denominar um técnico como publicitário. Os técnicos, como o nome já diz, conhecem técnicas e elas não se comparam ao estudo científico que se adquire em 4 anos cursados em uma universidade. Diante desse fato, a classe publicitária necessita de apoio legal que conceda direitos e deveres, que fiscalize tanto os profissionais graduados quanto os aventureiros que realizam trabalhos sem embasamento teórico, pesquisa, planejamento. A intenção de um conselho é que se cobre ética e respeito, até mesmo para que a classe não mais seja afetada por escândalos de corrupção ou qualquer outra coisa que denigra a imagem de nossa profissão e dos profissionais.
Eclipse lidera as bilheterias norte-americanas
Terceira parte da saga arrecadou mais de R$ 122 milhões em sua estreia
A Saga Crepúsculo: Eclipse, terceiro episódio da série romântica de vampiros, liderou a bilheteria norte-americana, arrecadando US$ 69 milhões (cerca de R$ 122 milhões), segundo estimativas preliminares divulgadas neste domingo (4).
Além de ser o filme com maior bilheteria do fim de semana, Eclipse, que estreou na quarta-feira (30/6), registrou um forte início, com mais de R$ 286 milhões arrecadados em seus primeiros cinco dias, segundo a empresa especializada Exhibitor Relations.
Palavrão e calcinha já ‘tiraram’ publicidade do ar
Entenda como o Conar avalia a publicidade no país.Qualquer pessoa pode denunciar publicidade considerada ofensiva.
Uma campanha publicitária da cerveja Devassa estrelada pela socialite norte-americana Paris Hilton foi suspensa no mês passado por seu forte “apelo sensual”. No país do carnaval, a decisão do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) – que ainda não é final – causou estranhamento. “Quem deu a liminar, deu baseado em reclamações de consumidores, e, a partir daí, da sua própria convicção de que aquilo estaria desrespeitando a moral prevalecente e na maioria da população brasileira”, avalia Ivan Pinto, professor da pós-graduação em Comunicação com o Mercado da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e ex-presidente do Conar. As decisões do Conar não são aleatórias mas, muitas vezes (como nesse caso), são subjetivas. A entidade, formada por representantes das agências de publicidade, anunciantes e veículos de comunicação, baseia suas decisões no Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária, criado há 32 anos. É este código que determina as diretrizes para o que é aceito – e o que pode tirar uma peça publicitária do ar.
terça-feira, 29 de junho de 2010
Outra campanha de anti-fumo foi longe de mais, pra muita gente. Desta vez na china, anúncio rotulado como "inadequado". Obviamente comparação dessa campanha seria ao episódio World Trade Center.
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